A mosca criativa

Mosca no Bias Fortes 2

Acabamos de vivenciar uma rica experiência de parceria com o pessoal da Mostra Mosca de Cambuquira. Em dois dias de intensa atividade de exibição, em 3 escolas e na sede social da Associação Atlética de Lima Duarte, possibilitamos a mais de 500 meninos e meninas, jovens e adultos, o contato com a produção audiovisual feita neste enorme país em que vivemos, inclusive alguns filmes feitos aqui, dentro de projetos realizados pelo ou com apoio do Instituto Candeia.

Mesmo aqueles que têm o hábito arraigado de ver filmes, na televisão ou na internet, e que não se cansam de procurar por novidades, mas que não puderam ou não quiseram sair do conforto de seu lar ou do seu hábito, se surpreenderiam, como eu me surpreendi, com a força e criatividade de realizadores ainda anônimos, que usam da tecnologia do audiovisual para contar histórias de uma forma pungente e reveladora.

Em sessões que chegaram a contar com mais de 200 jovens, a simples atenção, visível em seus olhos e no seu comportamento comprovados nas fotos que estão sendo publicadas aqui ou no facebook, deixaram na gente que esteve envolvida com a produção do evento a certeza de que outros meios de interação e criatividade são possíveis e que devem, sim, ser cada vez mais estimulados.

Agradecemos de coração todos que tornaram possível esse grande encontro: ao Paulinho, da Escola Adalgisa, à Maria Luiza, do Bias Fortes, ao Ari, da Altivo Pedro Gomes, do Batatal, ao Zé Afonso, da Associação Atlética, à Julienne, à Barbara Tonhela, à Jackie, ao Muskito e à Eliana, ao pessoal da rádio Serrana, à galera do Candeia e, sobretudo, ao pessoal da Mosca, a Ananda, o Marcos, a Taís, a Izabel, que não pôde vir, mas que facilitou enormemente todo o trabalho de organização. Agradecemos a todos que prestigiaram nossas sessões abertas, que comentaram e incentivaram o acontecimento. Demos nossa contribuição e estamos abertos a dar mais, na certeza de que ações como essa não visam a um fim específico, mas sim respondem à nossa própria razão de existir.

Rafael Ferreira de Paula.

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